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A mostrar mensagens com a etiqueta Economia

Mathematical economics is old enough

"Mathematical economics is old enough to be respectable, but not all economists respect it. It has powerful supporters and impressive testimonials, yet many capable economists deny that mathematics, except as a shorthand or expository device, can be applied to economic reasoning. There have even been rumors that mathematics is used in economics (and in other social sciences) either for the deliberate purpose of mystification or to confer dignity upon common places as French was once used in diplomatic communications." James R. Newman,  The World of Mathematics , 1956

O papel económico da concorrência

"Na vida económica a concorrência não é um fim: a concorrência é um meio de organização da actividade económica para atingir um fim. o papel económico da concorrência é disciplinar os diferentes intervenientes na vida económica para que prestem os seus bens e serviços de forma completa." George Stigler, The organization of industry , 1968, p.5

Paradoxo de Easterlin

"A premissa de que 'a maior rendimento corresponde maior felicidade' foi posta em crise nas sociedades ocidentais depois de se ter verificado que em muitos países com elevados níveis de rendimento existiam também elevadas taxas de infelicidade, registando-se uma situação que os economistas designam como 'economia sem alegria' . Com efeito, estudos empíricos revelaram que até um determinado nível de crescimento económico, o aumento de rendimento proporciona um aumento da felicidade, mas a partir de um determinado parâmetro de crescimento essa relação desaparece (paradoxo de Easterlin) , o que não se deve apenas à redução da utilidade marginal do rendimento ou da riqueza, mas sim a outros factores, de natureza psicológica, que os economistas a partir da década de 50 começaram a tomar em consideração, defendendo que as políticas públicas não deviam basear-se exclusivamente em critérios económicos (Richard A. Easterlin, The Economics of Happiness, Daedalus, 2004, 133,...

A "miopia dos consumidores"

"A 'miopia dos consumidores' é a designação dada às práticas comerciais adoptadas por certas empresas que se baseiam na atribuição de vantagens económicas muito significativas no momento da contratação do serviço, mas que, a médio prazo, consubstanciam um encargo significativo, o qual acaba por capturar o cliente, mesmo que este depois se 'arrependa' da escolha inicial." Giuseppe Bellantuono,  Contratti e regolazione nei mercati dell'energia ,  il Mulino, Bologna, 2009, p. 160.